O lab’19 deu continuidade à experiência iniciada dois anos antes, voltando a reunir pessoas com diferentes percursos, sensibilidades e níveis de formação musical.
Durante oito dias, os participantes viveram em comunidade, ao ritmo da oração, da formação e do trabalho musical. A música não foi entendida apenas como uma dimensão técnica ou artística, mas como uma forma de escutar, rezar e servir melhor a liturgia.
A edição procurou alargar os horizontes da primeira experiência. Para além dos ateliês práticos de canto, instrumentos, composição e direção coral, o programa aprofundou a relação da música com a poesia, a espiritualidade e a própria experiência artística.
Ao final de vários dias, as portas do labOratório abriram-se também ao público através de quatro concertos. Estes encontros cruzaram música, palavra, performance e conversa, procurando responder a uma pergunta comum: o que tem a música de espiritual, na perspetiva de quem a cria e interpreta?
O lab’19 foi, assim, um tempo para desenvolver capacidades musicais, conhecer novas linguagens e experimentar como a beleza, a diversidade e o cuidado podem ajudar uma comunidade a celebrar e a rezar melhor.







